O começo
Durante muito tempo minha presença na internet foi espalhada: lives num lugar, jogos noutro, design e vídeo num terceiro, hardware num quarto. Cada projeto vivia numa rede social diferente, refém de algoritmo, de layout que muda sozinho e de decisão de empresa que eu não controlo.
Uma hora cansa. Eu queria um lugar onde eu decidisse como as coisas aparecem — ou não aparecem.
Um lugar que é meu
Foi assim que nasceu a ideia de um hub: uma página central chamando cada projeto pelo nome, cada um com a sua cara. O Astrojorn para as lives e os jogos, a Alegoria Criativa para design e vídeo, o astroPcismo para o hardware. Mesma família, personalidades diferentes.
A parte que vicia
Criar um site assim também virou o próprio hobby. Cada peça do Astroverso foi construída na mão — o visual, a navegação, os painéis que atualizam os projetos, a aba de administração que eu uso todo dia.
No processo, aprendi (e continuo aprendendo) um monte de coisas: design de interface, performance, deploy, como um site nasce e se mantém no ar. Não é só um portfólio — é um projeto vivo que eu alimento toda semana.
Pra quê?
Porque ter um canto na internet que é seu, com a sua cara, vale mais do que qualquer feed. Aqui o conteúdo não some, o visual não muda do nada e o dono sou eu.
Bem-vindo ao Astroverso.